De Olho no Distrito 11/10

11 Outubro 2017 00:08:00

Giuliard Amaral tem atuação política com foco no Distrito do Monte Alegre

Mandando bem



Há muito os moradores da Rua Pitangueira, esquina com a Rua Monte Agulhas Negras, vêm reclamando de galerias que foram deixadas na via. Elas seriam utilizadas para colocar no Braço do Rio Peroba que passa na rua - que para a maioria de Braço de Rio não tem nada faz tempo, pois em seu canal o que mais é despejado são esgotos e lixo, inclusive até animais mortos.

Os moradores reclamam a princípio da colocação das galerias, pois isso diminuiria ainda mais o fluxo de água ocasionando mais possibilidades de enxurrada na área, bem como da sujeira no referido lote que estaria o Braço do Rio. Isso os levou a pedir ajuda para que a prefeitura não executasse a obra.

Essa briga que se estende há algum tempo, levou a outro problema: as galerias estavam sendo usadas por usuários de drogas, mesmo durante o dia. Para a alegria dos moradores da rua e vizinhos, na manhã desta terça-feira (10) a Secretaria de Obras do Distrito fez a remoção das mesmas, bem como uma limpeza no local. Essa ação merece o nosso muito obrigado a todos os colaboradores da Sub- Secretaria através da pessoa de seu diretor Dirceu Pires. Medidas simples que trazem uma melhoria significante para os moradores da área.

Mandando mal


Essas imagens já são velhas conhecidas das redes sociais e jornais, elas são da Rua Santa Cecília no bairro Várzea do Ranchinho que faz parte do Distrito do Monte Alegre (acaso alguém não saiba). A rua é um caos em dias de chuva como os das fotos, e em dias de sol chega a se formar uma nuvem de tanta poeira. No início da semana foi veiculado que a prefeitura está em busca de recursos para pavimentar a rua, graças a Deus! Porém, somente até o CEM Abelardo Torquato, o que gerou uma série de críticas e uma pergunta: somente até a escola resolve o problema?

Óbvio que não! Então os moradores do restante da rua fazem o apelo para que toda a extensão da via seja comtemplada com pavimentação. Ela possui quase três quilômetros ligando Camboriú a Itajaí. Na rua tem vários comércios, o que segundo os moradores seriam os únicos beneficiados. Os comerciantes teriam acesso dos compradores e fornecedores de carros e caminhões com os pneus limpinhos indo aos mesmos, enquanto as crianças que moram mais a frente onde não irá ser pavimentado, terão de ir com "asas" para não sujar os pés de tanta lama na chuva e de "máscara" para não comer pó em dias secos.

Pode parecer ingratidão, sendo visto que nada foi feito em outras administrações pelo referido bairro, mas é sim, uma opinião de quem mora ali e vive a situação há muito tempo. Me junto aos moradores da Várzea do Ranchinho e peço aos vereadores e ao prefeito que estudem a possibilidade de contemplar a rua toda, nem que para isso empenhem seus apoios aos nobres deputados estaduais e federais que logo baterão em nosso município, com os olhos cheios de comoção e o coração cheio de segundas intenções em busca de nossos votos essenciais a suas eleições.

Senhor prefeito, se não ouvir os moradores da Rua Santa Cecília, a frase que ecoará em seus ouvidos será a que li no Facebook de uma moradora que tem família na Várzea do Ranchinho: " Pensem bem no que irão fazer, pois vocês foram os únicos candidatos que foram até a Várzea do Ranchinho pedir voto, então o mais correto era asfaltar essa rua principal até o final e as outras ruas também porque na verdade são poucas, aí sim vocês irão acertar na decisão".

Hospital

Para concluir, essa semana iniciou com muito debate, inclusive, pasmem na Câmara de Vereadores (sim lá não é novidade) sobre vários assuntos e alguns bem conhecidos e até já desgastado. Ouvi sobre a falta de alvará sanitário e autorização do conselho regional de Farmácia do Estado, para que o "novo" Hospital funcione. Como pode isso? Como a resposta é sempre muito óbvia: pela falta de responsabilidade. Comentei, pois vejo uma situação simples de ser resolvida e sem ter o olhar sensível da administração.

Tanto o Posto de Saúde, anexo ao CAIC, quanto o do Tabuleiro não possuem um espaço coberto que abrigue quem for até o mesmo para serem atendido. As pessoas ficam na chuva e sol, sem contar que até esses dias o posto de saúde do Conde Vila Verde estava com mais chuva dentro do que fora. Nada contra a abertura de Hospital, secretário de saúde esse inclusive presta bastantes esclarecimentos à mídia, mas ainda falta ver as PRIORIDADES.


Fiquem todos na Paz.



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